IMPRENSA

A propósito de estas imagens que se inscrevem no tempo

«Um contacto com o livro de poesia de Paula Margarida Pinho, publicado nestes dias de 2023, com o título estas imagens que se inscrevem no tempo, mostra que a criação poética e as imagens que se inscrevem no tempo conduzem a uma largueza inesperada da alma. Inscrever imagens só se pode fazer pela palavra, que é a sua mensageira, como caminho e forma de criar novas imagens e de nelas articular o coração.

Inscrever imagens no tempo é buscar um suporte efémero, mas contínuo na sua efemeridade: é a independência do gesto criador. (…)»

Correia Fernandes, “Um livro de poesia que se compreende”, in Voz Portucalense, Ano LIV, nº 26, 6 de julho de 2023.

Ver recensão integral, no jornal “Voz Portucalense”.

A propósito de “Vozes do Caima”, na revista Esquina do Mundo

«Na poesia, […] recomendo uma leitura atenta da poetisa Paula Pinho. Aliás, a secção “Vozes do Caima” prova que este género está bem vivo e que uma nova geração de poetas vem enriquecê-lo.»

João de Mancelos, “Espreitando à Esquina do Mundo”, apresentação do primeiro volume da revista do Centro de Estudos Ferreira de Castro. Livraria Navio de Espelhos, Aveiro, 19 de março de 2004.

Acerca de Sistema Solar

No jornal “Voz Portucalense”:

«Chama-se Sistema Solar. O título é cósmico e de cariz universal, e poder-se-ia sentir nele ressonâncias de António Gedeão. Porém o conteúdo é intimista e experiencial. Poucas vezes se lê um conjunto de poemas com um sabor a um tempo tão coloquial, relacional e íntimo, tão próximo do sentir da gente: aquilo tem inevitavelmente a ver connosco. […]

Uma poesia de uma estranhíssima simplicidade, talvez distante dos modernos meandros poéticos elaborados e tremendos. Mas poucos livros de poemas se leem onde a simplicidade da linguagem possua a mesma frescura de alma que este transmite.»

Correia Fernandes, “Uma poesia coloquial e densa”, in Voz Portucalense, nº 46, 24 de dezembro de 2003.

Ver recensão integral, no jornal “Voz Portucalense”.

Do texto de apresentação:

«A poesia da Paula Margarida Pinho é natural e fluida, clara e limpa, essencial porque esforço, mais ou menos elaborado, de dizer “o essencial da vida”.»

João Manuel Ribeiro, “Algumas reflexões sobre o livro de poesia Sistema Solar”, Biblioteca Municipal de Vale de Cambra e FNAC do NorteShopping, 10 e 28 de outubro de 2003.

Ver texto integral de apresentação do livro.